O Paciente, o Terapeuta e o Estado

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Jorge Zahar Editor Ltda, 2005 - 149 páginas
Para coibir a prática de charlatanismo por parte dos terapeutas, o Estado francês resolveu reagir, com o que ficou conhecido como 'emenda Accoyer' à Constituição. Numa 'parceria' polêmica, cabe agora às instituições PSI - que abrigam psiquiatras, psicanalistas, psicólogos e psicoterapeutas - informar ao Estado quais os profissionais legalmente habilitados a exercer o ofício. Mas o que é um charlatão e por que um Estado deveria se arvorar a saber quem tem e quem não tem direito de se ocupar do sofrimento da alma? Partindo desse ponto, Elisabeth Roudinesco coloca em pauta temas cruciais tanto para o universo psi quanto para a cultura contemporânea.

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O PACIENTE O TERAPEUTA E O ESTADO ELISABETH ROUDINESCO,MARCOS ANTONIO COUTINHO JORGE,ANDRE TELES-2005-149-PAGINAS A AUTORA A BORDO JUNTAMENTE COM OUTROS AUTORES SOB COMO FUNCIONAVA A MEDICINA DE DOENÇAS NERVOSA QUE PELO VISTO PRECARIAMENTE CADA UM TINHA SUA MANEIRA DE A TENDER A POPULACAO NA AREA DA SAUDE E FOI AI QUE AULONGO DO TEMPO CONCLUI-SE JUDICIALMENTE DE COMO EXERCER O OFICIO DE CADA UM PROFICIONAIS DOS QUAIS ENTRE ELES OS PSICANALITAS DENTRO DA OBRA LACANIANA E FREUDIANA SIGMUNDO FREUD O PAI DA PSICANALISE. ATE ENTAO APROVEITO A OPORTUNIDADE PARA REITERAR OS MEUS PROTESTOS DE ESTIMA E ELEVADA CONCIDERACAO. 

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