A Castanha do Pará na Amazônia: Entre o Extrativismo e a Domesticação

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Paco Editorial, 22 de nov de 2017 - 396 páginas
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A extração da Castanha-do-Pará é uma das atividades mais importantes e tradicionais da Amazônia. A amêndoa é apreciada nos Estados Unidos e na Inglaterra, sobretudo em festividades como o Halloween e o Natal. Os ingleses já tentaram controlar a domesticação da planta, a partir do Real Jardim Botânico de Londres, mas a castanha não mostrou boa adaptação fora das condições naturais e ecológicas da floresta amazônica. Nas últimas décadas, o desmatamento da floresta amazônica contribuiu para que o Brasil perdesse a condição de maior produtor, cabendo hoje tal posição à Bolívia. Este livro percorre a história do produto, a sua importância para as populações tradicionais da floresta amazônica, as dificuldades no processamento do mesmo e as possibilidades que a castanha-do-pará ainda oferece, sobretudo na indústria de cosméticos e de alimentos.
 

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Sobre o autor (2017)

José Jonas Almeida: Historiador formado pelo Departamento de História da FFLCH – USP. Mestre e doutor em História Econômica pela mesma instituição, tem se dedicado ao estudo da história da Amazônia, a partir das políticas públicas desenvolvidas na região, sobretudo durante o período do Governo Militar (1964-1985). A sua dissertação de mestrado sobre o município de Marabá-PA aborda os impactos dessas políticas sobre o modo de vida da tradicional população ribeirinha da região. A tese de doutorado sobre a castanha-do-pará, que originou o presente livro, é um desdobramento desse tema, uma vez que Marabá foi, por muitas décadas, um grande produtor da conhecida amêndoa.

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