Dicionário histórico-biográfico da Primeira República (1889-1930)

Capa
O Dicionário histórico-biográfico da Primeira República tem a finalidade de oferecer aos estudiosos, e a todos os interessados em conhecer a história política do Brasil, dados, informações e análises sobre o período que vai da Proclamação da República, em 1889, até a Revolução de 1930. Recuando no passado, a obra dá continuidade ao trabalho iniciado com o primeiro dicionário histórico produzido pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas (CPDOC-FGV), coordenado por Israel Beloch e por mim: o Dicionário histórico-biográfico brasileiro 1930-1983, obra pioneira publicada em 1984, reeditada em 2001 sob o título Dicionário histórico-biográfico brasileiro pós-1930, e relançada em 2010 em versão on-line. Desde a sua primeira versão, o DHBB tornou-se um instrumento de trabalho indispensável para todos os pesquisadores e estudiosos da história recente do país, comprovando-se assim a importância desse tipo de obra. Com este novo dicionário, pretendemos completar o arco de informações necessárias ao estudo da história de todo o período republicano.
 

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Oiiii

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O Cel. José Rodrigues de Lima, comerciante, pecuarista e industrial de Piranhas, morreu em 28 de agosto de 1 927 em Maceió, ferido pelas costas ao sair de uma "sorveteria" Helvética.
Deixou 12 filhos
do casal, o mais velho Antônio Rodrigues Lima que o sucedeu na política e nos negócios.
Sempre negou sua participação no assassinato de Delmiro e os fatos que vieram a tona posteriormente a sua morte, inclusive com pesquisas recentes, mostram claramente que os acusados pelos tiros que vitimaram Delmiro nunca foram oriundos de armas que estariam nas mãos de Róseo e Jacaré como eram conhecidos os sentenciados a 30 anos de cadeia, após terem confessado um crime que não praticaram, afim de não morrerem nas mãos da polícia de Alagoas que buscavam uma resposta para o bárbaro crime.
Em reportagem da Revista Manchete (Rio) dos anos 70, um dos acusados, (Róseo) após cumprir a pena responde ao entrevistador que confessaram o crime para não morrerem nas mãos da polícia que os torturavam e que nem conheciam o Cel. Zé Rodrigues.
Mas à época todos acreditaram ter sido o crime ordenado pelo Cel. Zé Rodrigues e outro político de Jatobá, ao que sei, seu parente.
 

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