O mal-estar na civilização

Capa
Penguin-Companhia, 29 de nov. de 2011 - 96 páginas
Escrito às vésperas do colapso da Bolsa de Valores de Nova York (1929) e publicado em Viena no ano seguinte, O mal-estar na civilização é uma penetrante investigação sobre as origens da infelicidade, sobre o conflito entre indivíduo e sociedade e suas diferentes configurações na vida civilizada. Este clássico da antropologia e da sociologia também constitui, nas palavras do historiador Peter Gay, "uma teoria psicanalítica da política". Na tradução de Paulo César de Souza, que preserva a exatidão conceitual e toda a dimensão literária da prosa do criador da psicanálise, o livro proporciona um verdadeiro mergulho na teoria freudiana da cultura, segundo a qual civilização e sexualidade coexistem de modo sempre conflituoso. A partir dos fundamentos biológicos da libido e da agressividade, Freud demonstra que a repressão e a sublimação dos instintos sexuais, bem como sua canalização para o mundo do trabalho, constituem as principais causas das doenças psíquicas de nossa época.

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Sobre o autor (2011)

Sigmund Freud (1856-1939) foi médico neurologista e fundador da psicanálise. Ingressou na Faculdade de Medicina de Viena aos 17 anos e começou seus estudos usando a hipnose em seus pacientes. Entre os seus ensaios mais famosos estão "O Eu e o Id", "A interpretação dos sonhos" e "Três ensaios sobre a sexualidade".

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