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Livraria Chardron, 1926 - 218 páginas
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Passagens mais conhecidas

Página 28 - ... arribaram sobre elle, e um pouco antes do sol posto amainaram obra de uma légua do recife, e ancoraram-se em 11 braças. E sendo Affonso Lopes. nosso piloto, em um daquelles navios pequenos, por mandado do Capitão por ser homem vivo e destro para isso...
Página 111 - C'est donc quelqu'un des tiens ; Car vous ne m'épargnez guère, Vous, vos bergers, et vos chiens. On me l'a dit : il faut que je me venge.
Página 28 - ... poucos e poucos. Fomos de longo, e mandou o Capitão aos navios pequenos que fossem mais chegados à terra e que, se achassem pouso seguro para as naus, que amainassem. E sendo nós pela costa obra de dez léguas donde nos levantamos, acharam os ditos navios pequenos um arrecife com um porto dentro, muito bom e muito seguro, com uma mui larga entrada, 17 e meteram-se dentro e amainaram, e as naus arribaram sobre eles; e um pouco antes do sol-posto amainaram, obra de uma légua do arrecife, e...
Página 29 - ... e foram-se para cima; e então o Capitão passou o rio, com todos nós outros, e fomos pela praia de longo, indo os batéis assim a carão de terra; e fomos até uma lagoa grande de água...
Página 118 - Felizes, porque ha iiellas conselho : « Na Igreja Primitiva os Cálices eram de madeira, como consta do Concilio Triburiense, celebrado em tempo do Papa Formoso, anno 895, e destes usaram os Sagrados Apóstolos, como diz Honorio Augustudunense, citado por Bernardo Bisto na sua Hierurgia.
Página 35 - ... saía da pena fácil, sem a revisão necessária, o apuro indispensável, o toque definitivo, de remate que queria a obra d'arte. Apesar de tudo o que de tal homem nos ficou vale tanto como observação da vida e pintura de caracteres, que as asperezas não conseguem destruir a beleza; comprometem-na, por vezes, aqui, ali como escaras e frinchas em parede podem prejudicar a harmonia de um fresco mural sem, todavia, tirar-lhe a grandiosidade. A terrível sereia deve estar contente porque a presa...
Página 153 - Quanto ao morrer, meu príncipe, estamos de acordo; quanto ao dormir, com automóveis à buzinada e aos estouros, isso nem os sete dormientes conseguiriam. Felizmente no tempo de Shakespeare a viação estava ainda muito longe da ferocidade que lhe deu o progresso: a vida arrastava-se morosamente, a passo de bois, mas dormia-se regaladamente Afortunados tempos! «Dormir. . . sonhar, talvez. . .» Lá o morrer, morre-se como nunca se morreu. . . quanto a dormir, duvido!

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