El-rei d. Manuel

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J.A. Rodrigues, 1888 - 454 páginas
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Página 232 - A que novos desastres determinas De levar estes reinos, e esta gente ? Que perigos, que mortes lhe destinas Debaixo d'algum nome preeminente ? Que promessas de reinos, e de minas D'ouro, que lhe farás tão facilmente? Que famas lhe prometterás? que historias? Que triumphos? que palmas? que victorias?
Página 232 - A que novos desastres determinas De levar estes Reinos e esta gente? Que perigos, que mortes lhe destinas, Debaixo dalgum nome preminente? Que promessas de reinos e de minas De ouro, que lhe farás tão facilmente? Que famas lhe prometerás? Que histórias? Que triunfos? Que palmas? Que vitórias?
Página 262 - Manifesto é que estes descobrimentos de costas, ilhas e terras firmes não se fizeram indo a acertar; mas partiam os nossos mareantes mui ensinados e providos de instrumentos e regras de astrologia e geografia, que são as cousas de que os cosmógrafos hão de andar apercebidos. Levavam cartas mui particularmente rumadas, e não já as que os antigos usavam, que não tinham mais figurados que doze ventos, e navegavam sem agulha».
Página 169 - Asiatique; pre'cede's d'une explication des syllabaires Japonais, et de deux planches contenant les signes de ces syllabaires ; par M. Abel Remusat. Ouvrage publie par la Societe Asiatique.
Página 305 - Assim, o primeiro trato com aquella gente se reduziu a algumas dadivas ou escambos feitos de parte a parte, e mediante as costumadas prevenções.
Página 285 - E outros muitos, muitos santos estavam pintados pelas paredes da igreja, os quais tinham diademas; ea sua pintura era em diversa maneira, porque os dentes eram táo grandes Fl 41 quesaiamda boca uma po*legada, e cada santo tinha quatro e cinco braços.
Página 307 - Missa; e assim mandou armar huma tenda naquella praia, e debaixo delia hum altar; e toda a gente da Armada assistio tanto á Missa como á Pregação, juntamente com muitos dos naturaes, que bailavão, e tangião nos seus instrumentos; logo que se acabou, voltámos aos navios, e aquelles homens entravão no mar até aos peitos, cantando e fazendo muitas festas e folias. Depois de jantar tornou a terra o Capitão mor, ea gente da armada para espairecer com elles; e achámos neste lugar hum rio de...
Página 338 - Collocai pela imaginação Mafra ao pé da Batalha, e podereis entender quanto é clara e precisa a linguagem d'estas chronicas, lidas de poucos, em que as gerações escrevem mysteriosamente a historia do seu viver. A Batalha é grave como o vulto homerico de D. João I, poetica e altiva como os cavalleiros da ala de Mem Rodrigues, religiosa, tranquilla, santa como D. Philippa rodeada dos seus cinco filhos. «As mãos que edificaram Santa Maria da Victoria, meneando as armas em Aljubarrota, deviam...
Página 305 - Da qual nos morreram em o dito tempo trinta homens, afora outros tantos que já eram mortos! E os que navegavam em cada nau seriam sete ou oito homens; e estes não eram ainda sãos como haviam de ser! Do que vos afirmo que se nos mais durara aquele tempo quinze dias, anda' ramos por esse mar, através; que não houvera aí quem navegara os navios!
Página 307 - ... pedra azul ou verde, e assobião pelos ditos buracos; as mulheres andão igualmente nuas, são bem feitas de corpo, e trazem os cabellos compridos.

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