Doença como metáfora, AIDS e suas metáforas

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Companhia de Bolso, 2007 - 163 páginas
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Diagnosticada nos anos 70 como portadora de câncer, Susan Sontag mergulhou no estudo da doença para compreender suas metáforas na cultura. O resultado dessa reflexão é o ensaio 'Doença como metáfora', de 1978. Uma década depois, quando o mundo assistia perplexo e desorientado ao crescimento de uma doença fatal ainda pouco compreendida - a aids -, as metáforas associadas à síndrome levaram Sontag a atualizar e aprofundar sua reflexão sobre o imaginário em torno das doenças. Assim nasceu, em 1988, o igualmente clássico ensaio 'Aids e suas metáforas'. Nos dois textos, que podem ser vistos como um único estudo dividido em duas partes, o objetivo é dissipar a névoa de irracionalismo pré-científico que cerca a compreensão dessas doenças e libertar suas vítimas do peso de uma injustificável culpa.

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