Poder suave (Soft Power)

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Summus Editorial, 3 de abr de 2017 - 216 páginas
Utilizado pela primeira vez pelo cientista político Joseph Nye na década de 1980, o termo "poder suave" (soft power) designa a capacidade de um Estado ou uma instituição influenciar a opinião pública para que seus objetivos sejam cumpridos. Acompanhando a humanidade há milênios, o poder suave se fez sentir sobretudo na cultura. O exemplo mais clássico é Hollywood, que, com seus filmes e produtos dele derivados, reproduz um estilo de vida que serve muito bem aos interesses americanos no campo da política e da economia. Porém, diversos outros tipos de poder suave têm mostrado sua força ao longo dos séculos, deixando claro que ideias podem, por vezes, ser mais persuasivas que canhões. Publicação única no Brasil, fruto de mais de dois anos de intensas pesquisas e dezenas de entrevistas, este livro explica os mecanismos de ação do poder suave e sua expressão em áreas como música, cinema, artes plásticas, dança e artes visuais. Obra atual e perene, é dedicada a estudantes e profissionais de Comunicação, Relações Internacionais e Ciências Políticas, mas sobretudo a todos aqueles que desejam conhecer melhor uma força tão sutil e, ao mesmo tempo, inquestionável.
 

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Sobre o autor (2017)

Jornalista e mestre em Comunicação Social, Franthiesco Ballerini foi repórter e crítico do Grupo Estado por oito anos, tendo realizado reportagens em países como México, Canadá, Estados Unidos, Índia e Argentina. Foi colaborador de diversas revistas, como Bravo! e Cult, além de colunista cultural da Rádio Eldorado e da TV Gazeta. É autor dos livros Diário de Bollywood, Cinema brasileiro no século 21 e Jornalismo cultural no século 21, todos publicados pela Summus. Ex-coordenador geral da Academia Internacional de Cinema, é professor de Comunicação e Audiovisual na Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), na Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e nas Faculdades Integradas Rio Branco. Colunista do site Observatório da Imprensa, foi produtor geral do curta Legacy, feito para a Giorgio Armani, roteirista do documentário Bollyworld (Índia) e diretor e roteirista de Nome, que participou de seis festivais nacionais e internacionais.

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