Obras de Luiz de Camões: Eglogas. Elegias. Da creac̜ão e composic̜ão do homem

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Imprensa nacional, 1862
 

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Página 176 - Justiça para o Ceo sereno. Ditoso seja aquelle que alcançou Poder viver na doce companhia Das mansas ovelhinhas que criou! Este bem facilmente alcançaria As causas naturaes de toda cousa; Como se gera a chuva e neve fria: Os trabalhos do sol, que não repousa: E porque 'nos dá a lua a luz...
Página 174 - ... resplandece, dando do segundo axe certa prova, eis a noite com nuvens se escurece, do ar subitamente foge o dia, e todo o largo Oceano se embravece. A maquina do mundo parecia que em tormentas se vinha desfazendo, em serras todo o mar se convertia.
Página 171 - S'este excellente dito ponderado Fosse por quem se visse estar ausente, Em longas esperanças degradado; Oh como bradaria justamente, Simonides, inventa novas artes; Não midas o passado co'o presente!
Página 19 - Recibe allá este sacrificio triste Que te ofrecen los ojos que te vieron, Si la memoria dellos no perdiste. Que, pues los altos Cielos permitieron Que no te...
Página 439 - ... amoroso nembo. Qual fior cadea sul lembo, qual su le treccie bionde, ch' oro forbito e perle eran quel di a vederle ; qual si posava in terra, e qual su l' onde ; qual con un vago errore girando parea dir :
Página 101 - E ao som do remo, que água vai ferindo, Perante a Lua meu cuidado canto, Os maviosos delfins me estão ouvindo ; A noite sossegada; o mar calado.
Página 100 - Os outros pescadores têm lançado no Tejo as redes; ele só fazia este queixume ao vento descuidado: — Quando virá, fermosa Ninfa, o dia em que te possa dar a conta estreita desta doudice triste e vã porfia?
Página 168 - Mas isto he ja costume da ventura; Porque aos olhos que vivem descontentes, Descontente o prazer se lhes figura.
Página 166 - Mil mágoas no sentido, porque a vida De imaginações tristes se contenta. Que pois de todo vive consumida, Porque o mal que possue se resuma, Imagina na gloria possuida. . Até que a noite eterna me consuma, . Ou veja aquelle dia desejado Em que a Fortuna faça o que costuma; Se nella ha hi mudar-se hum triste estado.
Página 174 - Dcst'arte me chegou minha ventura A esta desejada e longa terra. De todo pobre honrado sepultura.