Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro

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1890
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"Indice dos artigos contidos nos 50 tomos, " vol. 76 (t. 51) 1888, p. [379]-404.
 

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Passagens mais conhecidas

Página 120 - Não permitiu o céu que alguns influxos que devi às águas do Mondego se prosperassem por muito tempo: e destinado a buscar a pátria, que, por espaço de cinco anos, havia deixado, aqui, entre a grossaria dos seus génios, que menos pudera eu fazer que entregar-me ao ócio, e sepultar-me na ignorância!
Página 62 - Ah se ao menos teu nome ouvir pudera Entre esta aura suave, que respira! Nize, cuido que diz; mas é mentira. Nize, cuidei que ouvia; e tal não era. Grutas, troncos, penhascos da espessura, Se o meu bem, se a minha alma em vós se esconde, Mostrai, mostrai-me a sua formosura. Nem ao menos o eco me responde ! Ah como é certa a minha desventura! Nize? Nize? onde estás? aonde? aonde?
Página 65 - Não se passa, meu bem, na noite, e dia Uma hora só, que a mísera lembrança Te não tenha presente na mudança, Que fez, para meu mal, minha alegria. Mil imagens debuxa a fantasia, Com que mais me atormenta e mais me cansa: Pois se tão longe estou de uma esperança, Que alívio pode dar-me esta porfia!
Página 247 - Será, d'ora em diante, o escudo d 'armas deste Reino do Brasil em campo verde uma esfera armilar de ouro atravessada por uma cruz da Ordem de Cristo, sendo circulada a mesma esfera de 19 estrelas de prata em uma orla azul; e firmada a coroa real diamantina sobre o escudo, cujos lados serão abraçados por dois ramos de plantas de café e tabaco como emblemas de sua riqueza comercial, representados na sua própria cor, e ligados na parte inferior pelo laço da nação.
Página 78 - Tomou logo render-me; ele declara Contra o meu coração guerra tão rara, Que não me foi bastante a fortaleza. Por mais que eu mesmo conhecesse o dano, A que dava ocasião minha brandura, Nunca pude fugir ao cego engano...
Página 164 - ... onde se divisava do lado direito uma pequena contusão que mostrava ser feita com o mesmo laço quando correu...
Página 62 - Nise? onde estás? Aonde espera Achar-te uma alma, que por ti suspira, Se quanto a vista se dilata, e gira, Tanto mais de encontrar-te desespera ! Ah se ao menos teu nome ouvir pudera Entre esta aura suave, que respira ! Nise, cuido, que diz; mas é mentira.
Página 62 - Este é o rio, a montanha é esta, Estes os troncos, estes os rochedos; São estes inda os mesmos arvoredos; Esta é a mesma rústica floresta. Tudo cheio de horror se manifesta, Rio, montanha, troncos, e penedos; Que de amor nos suavíssimos enredos Foi cena alegre, e urna é já funesta. Oh quão lembrado estou de haver subido Aquele monte, e as vezes, que baixando Deixei do pranto o vale umedecido!
Página 76 - Tudo se muda enfim: nada há, que seja De tão nobre, tão firme segurança, Que não encontre o fado, o tempo, a inveja. Esta ordem natural a tudo alcança; E se alguém um prodígio ver deseja, Veja meu mal, que só não tem mudança.
Página 40 - Deixou-nos alguns sonetos excellentes, e rivalizou no genero de Metastasio, com as melhores cançonetas do delicado poeta italiano. A que dirige á lyra com sua palidonia imitando a tão conhecida do mesmo Metastasio a Nice, Grazie ali' ingani tuoi, póde-se apontar como excellente modello.

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