Terrenos Vulcanicos

Capa
COSAC NAIFY, 2004 - 256 páginas
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Um livro na contramão de boa parte da crítica literária, aventura-se na leitura de grandes autores - Heine, Baudelaire e Flaubert - e investiga por que eles se tornaram os analistas mais lúcidos da modernidade nascente no século XIX. Os ensaios foram escritos ao longo dos anos 1970 e 1980 e reunidos nesta edição brasileira por sugestão do crítico Roberto Schwarz. Servindo-se com muita personalidade de um instrumental teórico poderoso - Marx de um lado, Freud de outro -, Oehler estuda de perto como as aspirações revolucionárias de 1848, e seu fracasso, foram mimetizadas em suas obras por meio da correspondência entre substrato social e estrutura psíquica das personagens.

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