Álbum de família: Aventuranças, memórias e efabulações da trupe familiar Carroça de Mamulengos

Capa
Editora Peirópolis LTDA, 15 de abr. de 2020 - 96 páginas
Quantas formas existem de se contar uma história? Álbum de família é uma biografia poética, a biofantasia da trupe familiar Carroça de Mamulengos, uma das mais importantes companhias culturais do País, pela escritora, jornalista, documentarista e crítica teatral Gabriela Romeu, com ilustrações de Catarina Bessell e apresentação de Chico César. O grupo mambembe foi criado há mais de 40 anos, na década de 1970, por Carlos Gomide, o Babau, menino de muitos sonhos, discípulo de mestres bonequeiros do nordeste tradicional, que se enamorou de uma moça de grandes saias rodadas e com ela se aventurou pela arte e pela vida. No espetáculo da vida, nasceram os oito filhos, todos crescidos na estrada, cada um com um talento diferente para desvendar o mundo, todos com o coração nalgum lugar lá dentro a pular a folia dos mestres, a canção das tradições, a confiar em Padim Ciço. Cada menino que vinha ao mundo era pra inaugurar uma cena nova no espetáculo da vida. A primeira edição do livro, ilustrado por Catarina Bessell a partir do baú de fotografias da família Gomide, traz ainda um segundo volume, intitulado Porta-Retratos, com imagens da trupe e um perfil de cada integrante. Esta edição contou com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal.
 

O que estão dizendo - Escrever uma resenha

Não encontramos nenhuma resenha nos lugares comuns.

Páginas selecionadas

Conteúdo

Seção 1
Seção 2
Seção 3
Seção 4
Seção 5
Seção 6
Seção 7
Seção 8
Seção 9
Seção 10

Sobre o autor (2020)

Gabriela Romeu é jornalista, documentarista e escritora, especializada em produção cultural para infância, com vinte anos de atuação em projetos que abordam temáticas infantis e desenvolvidos em diferentes plataformas, como livros, documentários, sites e exposições. Há 20 anos escreve para o jornal Folha de S.Paulo, em que editou o caderno Folhinha, coordenou o projeto Mapa do Brincar (Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo), escreveu diversas reportagens sobre as realidades infantis brasileiras e há 15 anos atua na crítica de teatro infantil para o Guia da Folha. Integra juris de prêmios como a APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), além de diversas comissões de avaliação ligadas à produção cultural para a infância. Atua como roteirista e diretora de documentários sobre e para crianças, alguns deles premiados em festivais do Brasil e do exterior, como Disque quilombolae Meninos e reis. Foi cocuradora da exposição Trilhas do brincar, que circulou por três unidades do Sesc-SP, e das instalações Inventário dos cabinhas e Na rua dos meninos, também em parceria com unidades do Sesc. É autora e coautora de livros que criam pontes entre diferentes realidades infantis, como Terra de cabinha - Pequeno inventário da vida de meninos e meninas do sertão (Peirópolis; Prêmio Jabuti, FNLIJ e Cátedra Unesco), Tutu-moringa, história que tataravó contou (Companhia das Letrinhas), Álbum de família - Aventuranças, memórias e efabulações da trupe familiar Carroça de Mamulengos (Peirópolis), Lá no meu quintal (Peirópolis) e Menininho (Panda Books), entre outros. É diretora do projeto Infâncias (www.projetoinfancias.com.br), que desde 2011 registra os saberes, fazeres e viveres das crianças por muitos Brasis.

Informações bibliográficas