Waaal: o dicionário da corte de Paulo Francis

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Companhia das Letras, 1977 - 291 páginas
O MELHOR DOS DIÁRIOS DA CORTE -1977-1996Paulo Francis por Paulo Francis: "Minha cabeça é minha matéria-prima, fábrica e produto. FIco satisfeito que alguém me leia. É Um privilégio duplo. EScrevo o que quero e ainda sou pago para isso. COmo Flaubert, acredito que se pode avaliar um homem pelo número de inimigos que faz e a importância de seu trabalho pelo que provoca de oposição. ARma virumque cano, ou, como parafraseou Camões, 'As armas e os varões assinalados'... ENquanto der.""Dizem que ofendo as pessoas. É Um erro. TRato as pessoas como adultas. CRitico-as. É Tão incomum isso na nossa imprensa que as pessoas acham que é ofensa. CRítica não é raiva. É Crítica. ÀS vezes é estúpida. O Leitor que julgue. ACho que quem ofende os outros e os leitores é o jornalismo em cima do muro, que não quer contestar coisa alguma. MEu tom às vezes é sarcástico. POde ser desagradável. MAs é, insisto, uma forma de respeito, ou, até, se quiserem, a irritação do amante rejeitado."

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