Animais interiores - Nadadores e rastejantes

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LOYOLA, 27 de dez. de 2004 - 464 páginas
A ecologia espiritual dos nadadores e rastejantes - Por Evaristo Eduardo de Miranda (autor da obra) Nossa animalidade não deve ser esquecida, recusada, extirpada, controlada ou domesticada. Na mística judeu-cristã, nossa animalidade deve ser salva! O relacionamento entre humanidade e animalidade não é antagônico, excludente. Cada pessoa é chamada a conhecer, reconhecer, nomear e levar a termo os animais que a habitam. E caminhar fraternalmente com seus irmãos animais. Como Noé, pode-se nomear e salvar – em nossa arca interior – todos os animais. Nenhum deve ficar de fora, vitimado no dilúvio da inconsciência. Cada um tem seu papel sagrado e revelador da identidade humana. O homem tem uma vocação criadora. Ele só se torna si mesmo criando-se. Vivendo para ser. A perfeição do Humano é sua perfectibilidade. Faz parte da evolução pessoal encontrar e entender, em cada um de nós, a mensagem e o desafio de animais interiores como a rã, a pomba, o cachorro, o corvo, a serpente, a raposa, a perdiz, o lagarto, o falcão, o lobo... Este livro ilustrado apresenta a biologia, a simbologia e a ecologia espiritual de cerca de cinquenta nadadores e rastejantes bíblicos, preciosos animais interiores em cada um de nós. Eles penetram na força sagrada dos abismos e revelam seus mistérios. Eles vêm à tona como plâncton, corais, conchas, esponjas, peixes-boi, baleias, serpentes, insetos, peixes e lagartos. Pedem para ser entendidos, desembaralhados, colhidos, contemplados e saboreados. Somos como essas criaturas sagradas quando buscamos as profundezas, explorando dimensões densas, inacessíveis e escondidas do ser. A virtude da vigilância e da prudência, própria à maioria dos rastejantes e aquáticos, é caminho fecundo para quem fica alerta, tateando e deslizando segundo uma escuta íntima e silenciosa.

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Esta obra ilustrada apresenta a biologia, a simbologia e a ecologia espiritual de cerca de cinqüenta nadadores e rastejantes segundo a tradição bíblica: baleias, peixes, corais, conchas, esponjas, serpentes, crocodilos, sapos, hipopótamos, peixes-boi, insetos, formigas, lagartas, doninhas e tantos outros preciosos animais interiores em cada um de nós. Eles penetram na força sagrada dos abismos e revelam seus mistérios.
Nossa animalidade não deve ser esquecida, recusada, extirpada, controlada ou domesticada. Para mística judeu-cristã, nossa animalidade deve ser salva! O relacionamento entre humanidade e animalidade não é antagônico, excludente. Cada pessoa é chamada a conhecer, re-conhecer, nomear e levar a termo os animais que a habitam. E caminhar fraternalmente com seus irmãos animais. Como Noé, pode-se nomear e salvar — em nossa arca interior —todos os animais. Nenhum deve ficar de fora, vitimado do dilúvio da inconsciência. Cada um tem seu papel sagrado e revelador da identidade humana.
Quem tiver a curiosidade e o desejo (mais do que coragem) de seguir essa trilha poética de seus animais interiores penetrará numa relação terapêutica, num novo ambiente, numa ecologia espiritual paradisíaca.
 

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