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Nesta obra, Como elaborar projeto de pesquisa: linguagem e método, os autores – encabeçados por Roberto Karlmeyer-Mertens, doutor em Filosofia pela UERJ, Professor Adjunto na UniOeste-PR, Bacharel e Mestre em Filosofia – propõem uma abordagem da técnica da metodologia científica, voltada para projetos de pesquisa, de modo a auxiliar os alunos e pesquisadores na rotina da construção do pensamento científico.
Com formato didático, este livro, busca caracterizar em seu primeiro capítulo o método, bem como suas aplicações em busca da conservação e ampliação do conhecimento.
Os autores criticam a ideia de que “metodologia é apenas um conjunto de procedimentos técnicos, que visa, prescritivamente, a uniformização de padrões na execução e apresentação de produtos acadêmicos”, se opondo diametralmente a visão corrente de que a metodologia científica somente deve ser aplicada na produção acadêmica para publicação e exigem do aluno o uso dessa ferramenta ao fazer da universidade, em todos os seus aspectos.
Esta concepção mostra um apego à raiz etimológica das palavras método e metodologia: em sua origem grega, método significa o “caminho através do qual se faz”; assim, metodologia seria “o caminho através do qual se faz ciência”. Assim, o uso do método científico teria fim específico: fazer ciência.
No primeiro capítulo do livro, há uma clara demonstração – através de pesquisa documental sobre autores como Descartes, Barros & Lehfeld, Dalarosa, Cervo & Bervian e Lakato & Marconi – que a metodologia não se atem a procurar soluções, porém oferece a escolha dos meios de encontrá-las, orientando o processo que se deve seguir neste rumo.
Em sua segunda etapa, o livro passa a abordar o que seria a geração de conhecimento, onde o homem se apropria dos conhecimentos vigentes e, alterando-os e reconstruindo-os, utiliza-os nas relações com outros homem, com outras coisas, com a cultura vigente, com a sociedade, e na sua própria história, gerando um novo homem, renascido, capaz de alterar, compreender e interpretar e transformar o seu próprio mundo.
Os autores se preocupam, adicionalmente, em separar o conteúdo científico do senso comum, o saber empírico, alimentado não pela verdade, mas pelo provável. Sendo assim, o saber do senso comum não é válido como conhecimento científico, mas possivelmente como um ponto de partida para a reconstrução deste saber empírico como uma visão a ser observada através de métodos científicos válidos.
O conhecimento científico, por sua vez, deve ser objetivo, fático, analítico, específico, claro, distinto, universal, comunicável, público, verificável, metódico, sistemático, legal, explicativo e previsível. Somente caminhando por estes caminhos seria possível um método que abrangesse desde as ciências naturais e exatas, até as complexas ciências humanas. Os autores também apontam duas áreas que não possuem a exigência do modelo científico: a teológica, por sua natureza dogmática; e a filosofia, por buscar determinar o estatuto dos princípios fundamentais de todo o conhecimento.
No momento seguinte, os autores buscam mostrar as complexas relações entre metodologia e ciência. O autor busca conceituar a ciência como a construção de uma visão e não a simples catalogação e descrição do mundo. Assim, a ciência passa a buscar, junto a uma investigação racional direcionada à descoberta da verdade. Sendo assim, a ciência é o conhecimento – ou um sistema de conhecimentos – em si, enquanto a metodologia é a ferramenta usada neste intento de conhecer.
Investigando, também documentalmente, a relação entre a metodologia e pesquisa, os autores declaram que a premissa aristotélica de que o homem trilha seu caminho ao conhecimento por meio de suas dúvidas e incertezas. Sendo assim, a pesquisa assume também um papel educativo, solucionando os questionamentos teóricos ou práticos, e divulgando os seus resultados dentro de parâmetros
 

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Essa livro é de suma importância para que eles estão iniciando a vida acadêmica. Através deste é possível adquirir conhecimentos para a criação de diversos trabalhos cientificos.

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Para na pagina 15 caracterização da metodologia

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OS DOIS GUMES DA LINGUAGEM
O homem não tem limites para poder se comunicar, mais a forma mais utilizada são a linguagem falada ou escrita.
Porém a linguagem é a responsável pela maioria das
confusões que ocorrem entre as pessoas, grupos e nações. A linguagem é a característica que define a superioridade do homem sobre os animais, o homem pode expressar os seus melhores sentimentos e também oculta-los através da linguagem.
Na Bíblia a linguagem aparece em um nível quase sagrada, ao chamar o filho de Deus de Verbo ou Palavra Encarnada, também apresentada no episódio da Torre de Babel.
Qual é, então, a natureza da linguagem como meio de comunicação?
A natureza da linguagem
Em linguística, é tradicional defini-la como um sistema de signos vocais arbitrários usada pelo homem para se comunicar. Em nossa linguagem , um grupo de sons, chamamos de sílabas, que se utilizados dentro de um conjunto de regras gera unidades denominadas palavras. As combinações de palavras são estabelecidas pela gramática que copmbianadas criam formas significativas de frases ou sentanças.
As sílabas ti, ca, lo, sa, jo, o, de, a, fei, ta se combianadas formam as palavras: tijolo, casa, feita e outras, e estas se organidas na frase:
“A CASA É FEITA DE TIJOLOS”
A definiação da lingaguem diz que ela está formada por “signos vocais arbitrários”, e podemos perceber isso no exemplo acima. Com a liberdade de escolha de signos e a gramática veio a existência de milhares de idiomas. Não é ampla a variedade de formas utilizadas pelas linguas para organização das palavras. Se reconhece três tipos de formação de palavras: isolantes, aglutinadas e inflexionantes.
Muito das línguas conhecidas, tem origem de um mesmo “tronco linguistico”. As línguas europeias tem tês grandes troncos: o indo-germanico, o uralo-altaico e o basco.
As línguas se modificam com o tempo. Fatores históricos, geográficos, culturais, defini a modificação e a sobrevivência delas. O casamento entre os conquistadores espanhóis e as filhas dos caciques e o isolamento do Paraguai fez com que o idioma guarani seja falado até hoje por 80% da população. Outras línguas latino-americanas estão em processo de extinção.
Linguagem e classe social
Diversos estudos mostram que existem diferenças entre a linguagem falada entre as classes sociais elevadas e a utilizada pelas classes subalternas.
Alguns linguistas classificam “códigos elaborados” vocabulários usados pelas classes altas e “códigos restritos” os usados pelas classes populares.
As diferenças de ambos os códigos podem ser por diversos pontos de vista, tais como:
Perspectiva: A classe popular basea seu modo de comunicar mais descritivo que interpretativo, a classe média e alta comparam diversas interpretações alternativas.
Organização dos discursos: Nas classes subalternas a mensagem é composta sem muita conexão, enquanto nas classes elevadas entregam narração unitária.
Classificação e relação: A pessoas de nível social baixo que não costumam falar em termos de “classes” ou “categorias”, mas de “individualismo”. As classes mais altas são cheias de conceitos.
Absatrações: Informação abstrata e questões ou assuntos concretos são menos vistos pelas classes populares, enquanto padões abstratos é mais compreendidos pelas classes mais altas.
Uso do tempo: Na classe baixa é descontínuo e na classe alta o tempo é continuo.
As comparações entre as classes são relativas e há indivíduos com capacidade de bastração nas classes populares. Com o competição na sociedade atual é normal que pessoas que não possuem habilidade de comunicar tenha menor chance do que aquele que tem um dominio maior do vocabulário.
A dificil compreensão das desvantagem linguística pelas classes subalternas é devido a pobreza linguistica. Com um vocabulário limitado um estudante pobre perde a chanche de compreender melhor o que acontece com seus
 

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