Filinto Elysio e os dissidentes da Arcadia ...

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Chardron, de Lello & Irmão, 1901 - 735 páginas
 

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Conteúdo

Cartas ineditas dos Jesuitas a seu respeito
491
sua ramificação a Minas Geraes
497
Bibliographia das suas Obras
503
Naturalidade e filiação
506
Perseguição que o força a sahir de Portugal
513
Alli escreve o Caramuru
519
Relação das Canções com a desgraça do Poeta
525
Concorre aos logares de letras ou magistratura
532
Amisade com o poeta Claudio Manoel da Costa
538
Informações desfavoraveis para Lisboa
542
seu voto sobre a cobrança da divida dos Quin
548
As reformas do governador Visconde de Barba
554
O Governador tem ordem para fingir uma pavo
560
Transporte dos presos para o Bio de Janeiro
567
Tiradentes era tido como louco
574
A cumplicidade de Alvarenga Peixoto
580
Dois Sonetos ineditos de Alvarenga antes de sen
588
Versos de Diniz ineditos A Garção estando preso
594
Situação do poeta em Moçambique
601
As Modas bahianas
603
A Modinha na côrte de D Maria i
609
A influencia do Caldas
616
A terceira parte de 1800 619e621
623
Relação do poeta satirico com o seu seculo
629
Quadro dos seus primeiros estudos
635
A vida estudantesca em Coimbra
641
Despacho em 20 de Agosto de 1767
649
Os versos á Estatua Equestre
656
Pensa em ser Official de Secretaria
663
O poeta Antonio Lobo de Carvalho
666
Os quadros grotescos de Beckford
673
Carta inedita sua 67fi
682
Official ordinario em 25 de Outubro de 1883
689
Alarde da protecção aos irmãos
696
Uma modinha inedita contra o Duque
703
A invasão de Portugal e fuga de D João vi para
709
Obras impressas
713
Colxêas
719

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Termos e frases comuns

Passagens mais conhecidas

Página 339 - Se vão da lei da Morte libertando: Cantando espalharei por toda a parte. Se a tanto me ajudar o engenho e arte.
Página 552 - Marflia, cem cativos Tirarem o cascalho, ea rica terra, Ou dos cercos dos rios caudalosos, Ou da minada serra. Não verás separar ao hábil negro Do pesado esmeril a grossa areia, E já brilharem os granetes de ouro No fundo da batêa.
Página 552 - Não verás enrolar negros pacotes das secas folhas do cheiroso fumo; nem espremer entre as dentadas rodas da doce cana o sumo.
Página 583 - Americano Povo! O Povo mais fiel e mais honrado! Tira as Praças das mãos do injusto dono, Ele mesmo as submete De novo à sujeição do Luso Trono.
Página 569 - Ele tem ao pé da porta uma rasgada janela: é da sala, aonde assiste a minha Marília bela. Para bem a conheceres, eu te dou os sinais todos do seu gesto, do seu talhe, das suas feições e modos. O seu semblante é redondo, sobrancelhas arqueadas, negros e finos...
Página 320 - Arroja o tenro cristalino peito: E em borbotões de espuma murmurando O quente sangue da ferida salta: De roxas espadanas rociadas Tremem da sala as dóricas colunas.
Página 189 - Não podem crer os génios lusitanos Que as modas, como as vidas, são pequenas ; Que já murchou esse estro dos romanos, E influem sobre nós outras Camenas ; Que o tempo tragador, volvendo os anos, Fez cair Roma, fez cair Atenas ; Que jaz no pó a Ilíada envolvida, E que alça a frente a Fénix Renascida.
Página 569 - Para bem a conheceres, eu te dou os sinais todos do seu gesto, do seu talhe, das suas feições e modos. O seu semblante é redondo, sobrancelhas arqueadas, negros e finos cabelos, carnes de neve formadas.
Página 592 - Justos céos ! não sei dizer. Ausente de ti, Marilia, Que farei? Irei morrer. Mil penas estou sentindo Dentro n'alma, e por negaça Me está dizendo a desgraça Que nunca mais te hei de ver. Ausente de ti, Marilia, Que farei?
Página 139 - Não posso, amável Conde, sujeitar-me A que às cegas se imitem os antigos; Quero dizer, aqueles portugueses A que hoje chamamos quinhentistas. O bom Sá, bom Ferreira, o bom Bernardes, Foram grandes poetas; qualquer...

Informações bibliográficas