O Caibalion

Capa
Sociedade das Ciências Antigas - 55 páginas

Temos grande prazer em apresentar aos estudantes e investigadores da Doutrina Secreta esta pequena obra baseada nos Preceitos herméticos do mundo antigo. Existem poucos escritos sobre este assunto apesar das inúmeras referências feitas pelos ocultistas aos Preceitos que expomos, de modo que por isso esperamos que os investigadores dos Arcanos da Verdade saberão dar boa acolhida ao livro que agora aparece.

O fim desta obra não é a enunciação de uma filosofia ou doutrina especial, mas sim fornecer aos estudantes uma exposição da Verdade que servirá para reconciliar os fragmentos do conhecimento oculto que adquiriram, mas que são aparentemente opostos uns aos outros e que só servem para desanimar é desgostar o principiante neste estudo. O nosso intento não é construir um novo Templo de Conhecimento, mas sim colocar nas mãos do estudante uma Chave-Mestra com que possa abrir todas as portas internas que conduzem ao Templo do Mistério cujos portais já entrou.

Nenhum fragmento dos conhecimentos ocultos possuídos pelo mundo foi tão zelosamente guardado como os fragmentos dos Preceitos herméticos que chegaram - até nós através dos séculos passados desde o tempo do seu grande estabelecedor, Hermes Trismegisto, o mensageiro dos deuses, que viveu no antigo Egito quando a atual raça humana estava em sua infância. Contemporâneo de Abraão e se for verdadeira a lenda, instrutor deste venerável sábio, Hermes foi e é o Grande Sol Central do Ocultismo, cujos raios têm iluminado todos os ensinamentos que foram publicados desde o seu tempo. Todos os preceitos fundamentais e básicos introduzidos nos ensinos esotéricos de cada raça foram formulados por Hermes. Mesmo os mais antigos preceitos da índia tiveram indubitavelmente a sua fonte nos Preceitos herméticos originais.

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Caibalion - Uma introdução na filosofia hermética.
Os autores expõe e discorrem brevemente sobre os sete princípios, eles mostram as ferramentas e nos dizem o que elas são, mas não nos ensinam a usa
-las.
A obra deve ser vista pelo que ela é, uma introdução básica que pincela aqui e ali possíveis caminhos de estudo. Esperar dela algo mais seria como imaginar um novo aprendiz médico para quem um outro aprendiz um pouco mais avançado mostra um bisturi e diz "- Olhe, isto é um bisturi, vá operar cirurgias agora." Não, isso os três iniciados não fazem, eles mostram as ferramentas, discorrem muito bem sobre o que elas são e deixam claro que ainda há muito trabalho individual a ser feito, tanto na prática como nos estudos, sobre o que fazer, como fazer, quando fazer e quando não fazer. Como um pêndulo que se movimenta sem parar entre os pólos num ritmo individual de velocidade e que por mais que pareça estagnado aos nossos sentidos físicos, na verdade está sempre progredindo e evoluindo.
 

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