Direito Penal A Marteladas: (algo Sobre Nietzsche e o Direito)

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Lumen Juris - Rj, 8 de fev de 2013 - 170 páginas

Direito Penal a marteladas faz perguntas. Questionando desde o título, reflexiona (reflete e ambiciona) um Nietzsche abolicionista. Marreta o leitor com o 'por que (não) punir?', esvazia e preenche de sentido as 'más-morras' e jusfilosofa, e muito, sobre temas penais como a prisão preventiva, os Juízes Criminais, a busca pela 'verdade real' e as circunstâncias de dosimetria das sanções penais. Poesia, Literatura e Filosofia aqui se fundem em um texto absolutamente inovador e crítico do Direito Penal contemporâneo - o seu bestseller; o melhor que já li! A obra é direta, tem um alcance: 'aqueles que estão na linha de frente na cena do direito penal: defensores e professores' e se não se destina a filósofos, sociólogos e psicólogos, deve, justamente por isso, também por eles ser lida. Pensando no duplo sentido que a palavra martelo, na obra de Nietzsche encerra as marretadas na consciência punitiva, tão características do discurso amiltiano, aqui destroçam ídolos coletivos e como 'diapasão' diagnosticam um vazio em nossa cultura.

Renata Almeida da Costa

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