Pseudociência

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Fundaçao Francisco Manuel Dos Santos, 1 de mar. de 2016 - 104 páginas
Enquanto a ciência tiver credibilidade, haverá sempre quem queira vender as suas ideias, produtos e serviços, alegando que estes têm validade científica, sem que isso seja verdade. A pseudociência está por todo o lado e recorre a um conjunto de estratégias reconhecíveis, na tentativa de se validar. Neste ensaio são apresentadas algumas dessas estratégias, como o uso abusivo de linguagem aparentemente científica e a evocação de figuras de autoridade, como autoproclamados especialistas ou médicos. A ciência não se baseia em nada disso, mas sim em provas, passíveis de confirmação. São propostas algumas ferramentas para ajudar a distinguir ciência de pseudociência, mas o único antídoto para a pseudociência é a cultura científica.
 

Conteúdo

Seção 1
1967
Seção 2
1968
Seção 3
1970
Seção 4
1972
Seção 5
1973
Seção 6
1974
Seção 7
1980
Seção 8
Seção 9

Sobre o autor (2016)

Doutorado em Bioquímica pela Universidade Nova de Lisboa (2008). Foi jornalista de ciência no jornal Público e autor do Inimigo Público. Autor de vários espectáculos de teatro e programas de televisão sobre temas científicos. Co-autor, com Carlos Fiolhais, dos livros Darwin aos Tiros e Outras Histórias de Ciência (Gradiva, 2011) e Pipocas com Telemóvel e Outras Histórias de Falsa Ciência (Gradiva, 2012). Coordenador e co-autor do livro Toda a Ciência (Menos as Partes Chatas) (Gradiva, 2013). Em 2010 venceu os prémios Químicos Jovens e Ideias Verdes.

Informações bibliográficas