Comunicação não-violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais

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Editora Agora, 19 de abr de 2010 - 288 páginas
Manual prático e didático que apresenta metodologia criada pelo autor, voltada para aprimorar os relacionamentos interpessoais e diminuir a violência no mundo. Aplicável em centenas de situações que exigem clareza na comunicação: em fábricas, escolas, comunidades carentes e até em graves conflitos políticos.
 

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Capitulo 1
A CNV nos ajuda a entendermos a comunicação com mais compaixão de maneira mais atenta aos sentimentos e as necessidades das pessoas. Ajuda na maneira em que nos expressamos e ouvimos
.
Substitui velhos hábitos de defesa e ataque, com julgamentos e criticas por uma nova maneira de nos expressar.
Nos concentrar em tornar mais claro o que o outro esta observando, sentindo e necessitando, ao invés de diagnosticar e julgar nos ajuda a desenvolver a nossa compaixão.
O processo da CNV se concentra em 4 áreas. (ObSeNePe)
1. Observação, 2. Sentimento, 3. Necessidade e 4. Pedido.
A idéia é expressar essas quatro informações de maneira muito clara, ou ainda receber essas informações dos outros.
Para receber dos outros, é preciso perceber o que esta sendo observado, o que esta sendo sentido e do que estão precisando, para depois buscar o que poderia melhorar suas vidas.
O processo da CNV pode ser eficaz em diversos níveis, desde relacionamento, família, escola, negociações e no meio profissional.
Capitulo 2
Existem certas formas de comunicação que nos alienam do estado de compaixão, que contribuem para nosso comportamento violento.
Uso de julgamentos moralizadores subentende uma maneira errada nas pessoas que não agem da nossa maneira, segundo nossos conceitos. São caracterizados por culpa, insulto, depreciação, rotulação, critica, comparação e diagnósticos, que nos mantém em um mondo de comparação entre o certo e o errado.
A analise que fazemos dos outros é baseado nos nossos conceitos, nas nossas necessidades e valores.
Quando impomos nossos valores e conceitos ou necessidades, reforçamos a postura defensiva e a resistência das outras pessoas, e caso elas concordem em agir de acordo, farão por medo, culpa ou vergonha.
Juízos de valores são analises pessoais sobre as qualidades que admiramos, refletem o que pensamos ser melhor para a vida, e a partir desses juízos, fazemos julgamentos moralizados das pessoas em que os comportamentos estão em desacordo com esses juízos.
É preciso aprender a articular nossas necessidades e valores ao invés de insinuarmos que algo esta certo ou errado.
Classificar e julgar estimula a violência. A grande maioria dos conflitos parte da atribuição que os adversários estão errados., e corresponde a incapacidade de pensar no que os outros estão sentindo, temendo ou querendo.
Comparações são tipos de julgamento, e bloqueia a compaixão, nos deixa infelizes e aos outros.
Negação de responsabilidade atribui aos outros a culpa pelas coisas que fazemos, por conta de “ter de fazer”, condições psicológicas, ações dos outros, ordens superiores, pressão, regras e impulsos.
Fazer exigências é outra forma de comunicação que bloqueia a compaixão, porque exigências ameaçam as pessoas através da culpa ou punição. Não conseguimos forçar as pessoas a fazer nada. Exigências criam resistência das pessoas.
Conceitos de recompensa e punição também bloqueiam a comunicação compassiva.
As pessoas precisam mudar por percebem benefícios na mudança, não por causa de punições para que se arrependam e se corrijam.
Crescemos usando uma linguaje que nos estimula a rotular, comparar, exigir e julgar, ao invés de perceber o que sentimos e do que precisamos.
A linguajem do “errado” “deveria” “tenho que” é adequada a uma mentalidade semelhante à de escravos, e para governantes é muito adequado que as pessoas pensem em forma de julgamentos moralizados, pois elas sempre terão a necessidade de consultar seus superiores. Já em contato com nossos sentimentos e valores, deixamos de ser escravos.
 

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