A Revolta da Vacina: Mentes insanas em corpos rebeldes

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Cosac Naify, 8 de out de 2014 - 144 páginas
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O autor reconstitui os episódios da maior convulsão social da cidade do Rio de Janeiro, durante a campanha de vacinação contra a varíola (1904). Por trás da reforma urbana, percebe-se a profunda situação de exclusão social. A saúde pública caminha junto ao uso autoritário da ciência. Com posfácio inédito de Sevcenko, mapas, fotos de Augusto Malta e Marc Ferrez e charges da época.

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Sobre o autor (2014)

 Nicolau Sevcenko nasceu em 1952 entre o mar e o Orquidário, na cidade de Santos, litoral paulista. Pequeno ainda, sua família se mudou para São Paulo. De coletor de metais usados para reciclagem, a office boy e escritor, fez um pouco de tudo pelos quatro cantos da cidade. 


Se formou e se tornou professor de história na Universidade de São Paulo. Trabalhou também na Pontifícia Universidade Católica, na Universidade Estadual de Campinas e, como professor-visitante, em universidades de Londres, no Reino Unido, Illinois e Georgetown, nos Estados Unidos, onde ainda atua, na Universidade Harvard. Ligado às grandes questões do mundo contemporâneo, mantém uma colaboração ativa com jornais, revistas e publicações independentes. 

Entre seus livros mais importantes estão A revolta da vacina (1983, com reedição em 2010 pela Cosac Naify), Orfeu extático na metrópole: São Paulo nos frementes anos 20 (1992), A corrida para o séc. 21: no loop da montanha-russa (2001) e Literatura como missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República (2003), além de ter organizado o volume História da vida privada no Brasil: da belle époque à era do rádio (1998), todos pela Companhia das Letras. 

Sempre teve um encanto especial por Alice no País das Maravilhas, obra que traduziu no começo dos anos 90 e foi relançada, pela Cosac Naify, em 2009. Para a nova edição, Nicolau escreveu um texto de posfácio e traduziu também os poemas que integram a narrativa, o que não havia feito da primeira vez.

Informações bibliográficas