Telesaúde no brasil: Conceitos e aplicações

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Doc Content, 9 de jan. de 2014 - 86 páginas
Telessaúde no Brasil: conceitos e aplicações aborda a tecnologia que a viabiliza operar enquanto vence as barreiras físicas da distância. No entanto, isso só se concretiza plenamente quando há uma verdadeira rede de pessoas e instituições ligada por um objetivo comum, indo muito além de um simples encontro mediado por computadores. No Brasil, a telessaúde é promissora considerando-se as dimensões continentais do nosso país plasmado pela desigualdade regional. É possível observar que telessaúde tem sido uma palavra muito comentada no Brasil e no mundo desde o começo do milênio. Povoa corações e mentes de gestores, cientistas e profissionais de saúde. Para entender sua expansão, são necessárias avaliações que aprofundem o contexto. Em que esses serviços diversos denominados telessaúde podem contribuir para um Sistema Único de Saúde que efetivamente atenda às demandas por cuidados da população? Para tentar aproximar-se de possíveis respostas, os estudos iniciais apontaram ser necessário avaliar as iniciativas de telessaúde existentes. Entretanto, identificouse uma lacuna na bibliografia, principalmente brasileira, que abordasse avaliação das experiências de telessaúde no campo da saúde coletiva. A literatura apresenta o ano de 2005 como um marco para telessaúde no Brasil (Messina, 2006), quando houve o primeiro grande impulso na Administração Pública para a área de telemedicina nos hospitais universitários do país. Como profissional da saúde, pude testemunhar o nascimento da Rede Universitária de Telemedicina (RUTE) e contribuir na elaboração do projeto de uma das dezenove instituições fundadoras dessa rede: a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). No projeto Fiocruz/RUTE foi utilizado o termo telessaúde, concebido por Eysenbach (2001) como uma nova maneira de pensar os processos de saúde, quebrando a barreira da distância, usando as tecnologias da informação e a telecomunicação Uma análise incipiente da política de telessaúde no país demonstra que ela se inicia em universidades públicas, em sua maioria federais. Numa primeira aproximação, seria possível dizer que a telessaúde está se conformando como parte do processo da pesquisa translacional em saúde, que também tem seu berço nas instituições públicas de ensino e pesquisa, no caso brasileiro
 

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Sobre o autor (2014)

Jornalista e especialista em Internet pela Universidade Federal Fluminense. Coordena as atividades do Laboratório de Telessaúde do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, IFF/FioCruz; a Telessaúde da Rede Internacional de Bancos de Leite Humano; o Grupo de Trabalho de Uso de Conteúdo da Rede Universitária de Telemedicina (RUTE/RNP), e a Comissão de Residência Multidisciplinar do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva/UFRJ.

Informações bibliográficas