Le Brésil littéraire: histoire de la littérature brésilienne, suivie d'un choix de morecaux tirés des meilleurs auteurs bésiliens [:]

Capa
A. Asher & Company, 1863 - 576 páginas
0 Resenhas
As avaliações não são verificadas, mas o Google confere e remove conteúdo falso quando ele é identificado
 

O que estão dizendo - Escrever uma resenha

Não encontramos nenhuma resenha nos lugares comuns.

Outras edições - Ver todos

Termos e frases comuns

Passagens mais conhecidas

Página 3 - Citeréia a achara, Por esta, sua Chipre desprezara, Porém tem com Maria verdadeira Outra Venus melhor por padroeira.
Página 194 - Tão frouxo brilhar, Que a mim me parece que o ar lhes fallece, E os olhos tão meigos, que o pranto humedece, Me fazem chorar. Assim lindo infante, que dorme tranquillo, Desperta a chorar ; E mudo e sisudo, scismando mil coisas, Não pensa — a pensar.
Página 19 - Tocou sem ser sentido. Aqui se aparta Da margem guarnecida, e mansamente Pelo silencio vai da noite escura Buscando a parte donde vinha o vento. Lá, como é uso do...
Página 264 - Quando em meu peito rebentar-se a fibra, Que o espírito enlaça à dor vivente, Não derramem por mim nem uma lágrima Em pálpebra demente. E nem desfolhem na matéria impura A flor do vale que adormece ao vento: Não quero que uma nota de alegria Se cale por meu triste passamento.
Página 199 - Oh! quem foi das entranhas das águas, O marinho arcabouço arrancar? Nossas terras demanda, fareja. . . Esse monstro. . . — o que vem cá buscar? Não sabeis o que o monstro procura? Não sabeis a que vem, o que quer? Vem matar vossos bravos guerreiros, Vem roubar-vos a filha, a mulher!
Página 43 - Já não me responde; Parece se esconde, Cansado de dar-me Os ais que lhe dou. São estes os sítios? São estes ; mas eu O mesmo não sou. Marília, tu chamas? Espera que eu vou. Aqui um regato Corria sereno, Por margens cobertas De flores e feno: A esquerda se erguia Um bosque fechado; E o tempo apressado, Que nada respeita, Já tudo mudou.
Página 30 - E indo a dizer o mais, cai num desmaio. Perde o lume dos olhos, pasma e treme, Pálida a cor, o aspecto moribundo; Com mão já sem vigor, soltando o leme, Entre as salsas escumas desce ao fundo. Mas na onda do mar, que, irado, freme, Tornando a aparecer desde o profundo, — Ah! Diogo cruel!
Página 25 - E por todas as partes repetido O suspirado nome de Cacambo. Inda conserva o pálido semblante Um não sei que de magoado e triste, Que os corações mais duros enternece. Tanto era bela no seu rosto a morte!
Página 25 - Dobrou as pontas do arco, e quiz tres vezes Soltar o tiro, e vacillou tres vezes Entre a ira, eo temor. Emfim sacode O arco, e faz voar...
Página 23 - No exercicio da frexa, que arrebatam Ao verde papagaio o curvo bico, Voando pelo ar. Nem dos seus tiros O peixe prateado está seguro No fundo do ribeiro. Vinham logo Alegres Guaranis de amavel gesto.

Informações bibliográficas