Não lugares: Introdução a uma antropologia da supermodernidade

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Papirus Editora, 11 de jul. de 2017 - 112 páginas
O não lugar é diametralmente oposto ao lar, à residência, ao espaço personalizado. É representado pelos espaços públicos de rápida circulação, como aeroportos, rodoviárias, estações de metrô, e pelos meios de transporte – mas também pelas grandes cadeias de hotéis e supermercados. Só, mas junto com outros, o habitante do não lugar mantém com este uma relação contratual representada por símbolos da supermodernidade, seja um bilhete de metrô ou avião, cartões de crédito ou o cartão telefônico, além de documentos – passaporte, carteira de motorista ou qualquer outro –, símbolos que, enfim, permitem o acesso, comprovam a identidade, autorizam deslocamentos impessoais. Nesse livro, Marc Augé abre novas perspectivas, propondo uma antropologia da supermodernidade que nos introduz ao que talvez seja uma etnologia da solidão.

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Sobre o autor (2017)

Marc Augé é coordenador de pesquisas na École des Hautes Études em Sciences Sociales (EHESS), que ele presidiu entre 1985 e 1995. Entre suas obras publicadas, podemos destacar: Théorie des pouvoirs et idéologie (Hermann, 1975), Symbole, fonction, histoire (Hachette, 1979), Le dieu objet (Flammarion, 1988) e Domaines et châteaux (Seuil, 1989), além das traduzidas no Brasil: A guerra dos sonhos: Exercícios de etnoficção (Papirus, 1998) e Por uma antropologia dos mundos contemporâneos (Bertrand Brasil, 1997).

Informações bibliográficas