O duplo em Lygia Fagundes Telles: um estudo em literatura e psicologia

Capa
EDIPUCRS, 2004 - 290 páginas
Este livro constitui-se originalmente na tese de doutorado da autora, e contém a análise de contos de Lygia Fagundes Telles, vistos sob a perspectiva dos regimes do imaginário e do modo como essa escritora brasileira trata a questão do duplo.
 

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Neste conto, a narração está na primeira pessoa em que se inicia com uma mulher descrevendo uma paisagem de uma natureza desolada por onde a narradora caminhava, em que ela reconhece a tarde mas, tem certeza de que nunca havia ido nesse lugar. A personagem atravessa o campo, encaminhando-se aos penhascos.
Em meio ao seu reconhecimento inexplicável, ela cogita a hipótese de estar sonhando ou sendo sonhada .Ela sente algo sinistro e perigoso no ambiente. Fica magnetizada para prosseguir o caminho embora uma parte racional lhe dissesse para retornar
A mulher se depara com uma teia que no conto, é como se a personagem soubesse que não haveria quem pudesse desfazer a teia do seu destino. O pássaro que surge gritando dolorosamente sugere a ideia de fuga, porem pensa que é tarde para voltar atrás e fugir o encantamento pelo bosque e maior que o seu medo
No caminho encontra uma jovem que parece estar a espera de alguém por sua inquietação, estava com roupas antigas. A personagem começa a conversar com ela mostrando afinidade, ao ponto da personagem principal saber o que a jovem estava pensando até mesmo que ela estava esperando no caso o Gustavo.
A mulher começa a lembrar da historia toda da morte do Gustavo o que começa a fazer com que ela tenha certeza de que Gustavo não ira chegar ao encontro da jovem. A jovem que também agora tem a mesma certeza se levanta e sobe no cavalo que era dócil e que agora se transforma. Enquanto a mulher se dá conta de que é a garota era ela então grita não, pois já sabe as intensões da garota, quando a mulher se dá conta já é tarde e ela só pode ouvir os gritos da cavalheira e seu cavalo no penhasco
No conto ela penetra no seu passado traumático, parecendo ir em busca de um grau maior de entendimento dos fatos que ocorreram. De qualquer forma, permanece no leitor a sutil insinuação da epígrafe- o passeio teria sido uma antecipação durante um sonho? Sonhara aquele passeio e depois ele acontecera ?
 

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este livro parece que é bom ..não li mais indico...

Conteúdo

I
13
II
19
IV
33
V
44
VI
67
VIII
82
IX
113
X
119
XIII
143
XIV
157
XV
174
XVI
191
XVII
211
XVIII
233
XIX
251
Direitos autorais

XII
129

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