Tristezas não pagam dívidas: cinema e política nos anos da Atlântida

Capa
Olho d'Agua, 2001 - 158 páginas
O livro fala do Brasil até os anos 30, onde o país era predominantemente agrário, carregando o legado escravista e ainda não existia como nação. Não era uma totalidade política, territorial, econômica e social integrada num sistema. A revolução de 30 instaura uma centralidade política que inexistia na Velha República, inicia uma revolução industrial e uma racionalização do Estado com o propósito de dar nova cara ao Brasil. Enquanto 'consciência coletiva' , a nação brasileira rompe com a fragmentação, integrando as partes que a constituíam numa mesma totalidade. Integração, eis a palavra-chave. Do ponto de vista cultural, e sobretudo após 1937, o Estado brasileiro inaugura uma série de políticas públicas, o ensino fundamental, definição do português como língua oficial de ensino nas escolas primárias, incentivo à cultura brasileira visando à construção e ao desenvolvimento da brasilidade. Nesse momento, são inventados os símbolos de identidade nacional; Carnaval, futebol e samba.

De dentro do livro

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Conteúdo

Prefácio Renato Ortiz
9
Algumas informações sobre o cinema nacional
21
As caras do Brasil
59
Direitos autorais

4 outras seções não mostradas

Termos e frases comuns

Referências a este livro

Informações bibliográficas