Registros midiáticoshttps://doi.org/10.5281/ O universo social que se apoia na comunicação é dinâmico e merece acompanhamento constante, com maior presença de transformações nos cenários em que as tecnologias acabam por se envolver, direta ou indiretamente. Como atores destes cenários, encontram-se os cidadãos, que não somente usufruem das mudanças, como também as promovem. Um mundo diverso, onde a língua portuguesa e idiomas relacionados possuem aspecto de destaque. A história da lusofonia pelo mundo foi construída a partir dos movimentos migratórios, outrora navegáveis. Do Brasil à Guiné-Bissau, de Angola a Moçambique, de Cabo Verde à Guiné Equatorial e de São Tomé e Príncipe ao Timor-Leste, sempre saindo de Portugal, as fronteiras tornaram-se invisíveis, mas reais. Em outros momentos, como a conexão de Portugal com a Galícia, as fronteiras são quase inexistentes, perceptíveis apenas quando se observa no mapa ou nas placas. Entretanto, e como um retrocesso, vive-se hoje um movimento midiático anti-imigratório, com restrições e até mesmo desrespeitos aos acordos firmados pela CPLP, organização internacional criada em 1996, que completa 30 anos a promover amizade e cooperação entre os países lusófonos. A partir destes aspectos, surge esta obra, que compõe uma série com mais quatro livros no debate de novos ecossistemas midiáticos. |
