Rios e barrancos do Acre: romance

Capa
Prensa, 1978 - 221 páginas
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Rios e barrancos do Acre; A subida do rio; Conjecturas na madrugada do rio; A festa no "Centro", Zuzu e Macário; Antônio dos Santos encontra-se com maria das Mercês; No buritizal: Fermiro e Mercês; Maria das Mercês vai morar no bairro Papouco; A bagunça na Anália; Ainda a festa no Centro; A coloção do queimado vivo; Da curva do Igarapé da Judia avisa-se a cidade Joviniano chega em Rio Branco sem Mdalena; As queixadas; A velha fábrica de casdtanha e os soldados da borracha; Joviniano "quebrando" castanha no seringal Nova Empresa; Seringueiras: esteios da garnde prisão na selva; Heitor torna-se inimigo das héveas; A cidade estava mais velha; A carta; Heitor muda-se para Rio Branco; A filha de Davira chama-se Mariel; Dificuldades das explicações técnicas da linguagem médica; O homem da guariba preta no vôo de Tarauacá a Sena Madureira; A construção dos campso de aviação do Acre; O interventor, as corujas e o anspençada cartucheiro; Os prefeitos dos demais municípios também fazem campos de aviação; Modernização dos pássaros metálicos; Marina; Regresso a Rio Branco; Recordações; Natal.

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