Racismo e anti-racismo na educação: repensando nossa escola

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Selo Negro, 2001 - 213 páginas
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Examina como o ambiente educacional organiza seu cotidiano para a presença do preconceito e da discriminação racial. Referencia a África, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), as questões sobre letramento e até uma inevitável comparação com o modelo norte-americano que envolve relações raciais e educação. Denuncia práticas racistas que minam a auto-estima e contribui para iniciativas que assumam uma educação anti-racista.
 

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Preços de componentes do prato feito sobem mais que a inflação
Em 12 meses, o feijão aumentou 35% e a batata subiu 72%. Economistas não estão prevendo uma queda rápida nesses preços.
Quem tem
acompanhado o noticiário sobre a inflação no Brasil talvez não fique mais surpreso com o nível a que chegaram alguns preços em 2015. Mas isso até saber que o prato feito - o famoso PF -, a refeição mais popular do brasileiro fora de casa subiu, em média, 32%.
Os clientes que estão acostumados a comer o prato feito gostoso de um restaurante da Zona Sul de São Paulo, receberam uma notícia chata: nesta terça-feira (3), o preço do arroz com feijão, bife e batata frita subiu 20%.
“A conta de luz subiu absurdo. Estava pagando R$ 800, agora quase dobrou: R$ 1700 reais. Estou pagando sem ter aumentado o consumo. Está tudo subindo muito e não tem como a gente segurar. Tem que passar, infelizmente, para o cliente”, disse Rodrigo Cleim, dono do restaurante.
E tem outra... Comida a gente congela com facilidade, o preço dela não. Esse tem levantado fervura. Durante dois anos, o dono do restaurante conseguiu deixar o prato feito no mesmo preço. Só que, de 12 meses para cá, o contrafilé ficou 17% mais caro. O feijão aumentou 35% e a batata subiu 72%.
Ou seja, pelo mesmo que se pagava por esse prato há um ano, só se conseguiria fazer um prato com uma porção bem menor de comida. E a diferença que entre essas duas porções, você sabe como chama: inflação.
Na média, o prato feito subiu 32%. Pensando por esse lado, o Rodrigo ter aumentado o “PF” dele em 20% nem parece mais tão absurdo assim. E o pior é que com preço mais alto, ele morre de medo de sobrar comida nas panelas do restaurante.
“Às vezes, aumentando um pouco o preço vai cair a clientela, vão sair menos de casa”, disse Rodrigo.
A boa notícia é que pelo menos o arroz subiu bem abaixo da inflação do período, mas nem só dele vive o brasileiro. As batatas ficam no buffet porque choveu pouco na lavoura de quem planta, faltou produto no mercado e o preço subiu. Feijão salgado porque em 2014, o produtor não plantou tanto. Menos feijão no campo, é feijão mais caro no prato. E a carne - a carne é outra história.
“Tem a questão do câmbio, que é muito importante porque acaba incentivando as exportações do nosso câmbio desvalorizado, e você teve também algum comprometimento de área de pastagem por conta da seca”, afirmou Fábio Romão, economista - LCA.
E o pior é que os economistas não estão prevendo uma queda rápida nesses preços. O negócio é usar a tática do facão, e ir cortando o que der.
"A gente tem que cortar outros gastos para poder se alimentar. Não dá para ficar sem comer", disse Luiz Roberto Gonçalves, dentista.
 

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muito interessante porque e oque muita gente vivi ou ate mesmo viveu.
valeu ajudou muito!

Conteúdo

Prefácio
7
compromisso indispensável para
9
A responsabilidade da escola na eliminação
97
educação e identidade afrodescendente
115
Negritude letramento e uso social da oralidade
179
Direitos autorais

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Informações bibliográficas