Pesquisa na escola

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Edições Loyola, 2000 - 102 páginas
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'Pesquisa na escola' se divide em duas partes - a pesquisa na escola em geral, e algumas sugestões para transformar a atividade de pesquisa numa verdadeira fonte de aquisição de conhecimento; e a tentativa de introduzir a atividade de pesquisa também naquela disciplina que, ao lado da matemática, é considerada a mais importante - língua portuguesa. As idéias expostas ali são bastante diferentes do que tradicionalmente se lê e se ouve a respeito das questões gramáticas.

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A.J FAMA MACAPA
De acordo com o livro, a pesquisa deve ter uma ideia de projeto, para que haja desenvolvimento, definição de onde se quer e o adiantamento de algumas partes de trabalho. E o professor
deve ensinar a eles como produzir o projeto, antes de mandá-los fazer por conta própria, o que é muito importante para o bom desempenho do aluno. O autor descreve algumas sugestões de como o aluno pode fazer sua pesquisa, explicando que podem personalizar suas ideias, para passar de maneira adequada ao leitor.
O livro está dividido em duas partes: 1º O Fio de Ariadne; 2º O Fantasma de Procusto. Ambas partes falam das principais dificuldade dos alunos, devido aos métodos usados por alguns professores, de forma que os alunos não compreendem, no que diz respeito à aprendizagem, o autor também descreve a respeito da importância da pesquisa na escola em geral.
A Primeira Parte, mostra como é fácil um aluno se “perder” diante de uma ensino mal orientada. Bagno menciona a importância de se fazer uma “pesquisa científica”, afim de mostrar ao aluno o caminho certe. Ensinar a pesquisar, é o principal objetivo desta primeira parte do livro, além de instruir o aluno a fazer um “projeto” passo a passo, com o intuito de tornar os aprendizados mais práticos, organizados e atualizados. O projeto é necessário para o ensino do aluno.
A Segunda Parte, mostra o dogmatismo que reina no ensino da língua portuguesa, e, consequentemente, a instalação de um “preconceito linguístico” na maneira de ensinar português. O ensino da gramática tornou-se assustador, pois não atende a realidade dos alunos. Bagno fala que a gramática ignora qualquer possibilidade de mudança no ensino da língua, e propõe algumas ideias para tentar tornar o ensino de português mais conveniente. Basicamente, o ensino de português, em vez de se preocupar com regras, deveria se preocupar com as potencialidades da língua, o que resultaria no crescimento da linguagem.
Uma colocação do autor “Ensinar a aprender, orientar, esse é o papel do professor segundo Bagno”, ensinar a aprender mostrar os caminhos, mas também orientar o aluno para que desenvolva um olhar crítico, que lhe permita desviar-se das “bombas “e reconhecer, em meio ao labirinto, as trilhas que conduzem as verdadeiras fontes de informação e conhecimento. Ainda segundo o autor os professores estão desorientados, nós temos que despertar o interesse de nossos alunos. O ato de ensinar a aprender deve ser divertido. Essa frase infelizmente condiz com a nossa realidade educacional.
 

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