O negro no futebol brasileiro

Capa
Mauad Editora Ltda, 1 de jan de 2003 - 343 páginas
1 Resenha
'O Negro no Futebol Brasileiro' traz um Caderno especial - inserido em papel diferenciado e sem numeração - com a trajetória de seu autor, Mario Filho, assinada pelo neto e jornalista Mario Neto, e as fotos de alguns primeiros craques negros e mulatos do futebol nacional, com seus perfis assinados pelo historiador Gilberto Agostino. É finalizado com a imagem da capa desta edição, do artista plástico Rebolo, que também foi jogador de futebol e que, como pintor já conhecido, traçou pioneiramente na arte brasileira uma cena de jogadores de futebol - o negro driblando o Rebolo, que se auto-retrata, como relata o sociólogo Antonio Conçalves.
 

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Um clássico da literatura esportiva
Por Moisés Basilio Leal, 2/8/2010
É um clássico da literatura esportiva brasileira, que passeia entre os primórdios do futebol brasileiro, a partir da
cidade do Rio de Janeiro, até a grande conquista da Copa do Mundo de 1958, com o futebol já integrado à cultura nacional.
Cresci lendo citações desse livro pela boa crônica esportiva dos jornais e revistas. Também aprendi a conhecer os maus jornalistas, que citavam passagens desse livro, mas não lhe davam a devida autoria.
Comecei a acompanhar o esporte bretão junto com a Copa do Mundo de 1970, com 10 anos de idade. Lia a revista Placar e as páginas esportivas dos jornais "Popular da Tarde", "Jornal da Tarde" e "Gazeta Esportiva". Além das leituras, acompanhava os programas esportivos, de quase todas as emissoras de rádio paulistanas, a bel prazer das vitórias e derrotas do Corinthians. Explico: Se ouvia o jogo na rádio Jovem Pan, com a equipe do Osmar Santos e o Timão perdesse, a próxima partida ouviria na Bandeirantes, com a equipe do Fiori Gigliotti. Também acompanhava a programação da televisão: Da extinta TV Tupi, comandado pelo Walter Abrão, da TV Cultura, com Orlando Duarte; a mesa redonda da TV Gazeta, uma loucura - com o meu querido corinthiano Zé Italiano.
Para quem aprendeu a gostar de futebol desde cedo esse livro é um achado. É um tratado sociológico sobre a evolução do esporte no Brasil até chegar à sua massificação. O fio condutor é a presença marcante do negro no futebol, simbolizada em três figuras: Arthur Friedenreich, Leônidas da Silva e Edson Arantes do Nascimento.
 

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9
Mário Filho
16
Capítulo VA PROVAÇÃO DO PRETO
229
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