O menino que desenhava monstros

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Darkside Entretenimento LTDA, 5 de dez de 2017 - 260 páginas
Jack Peter é um garoto de 10 anos com síndrome de Asperger que quase se afogou no mar três anos antes. Desde então, ele só sai de casa para ir ao médico. Jack está convencido de que há de monstros embaixo de sua cama e à espreita em cada canto. Certo dia, acaba agredindo a mãe sem querer, ao achar que ela era um dos monstros que habitavam seus sonhos. Ela, por sua vez, sente cada vez mais medo do filho e tenta buscar ajuda, mas o marido acha que é só uma fase e que isso tudo vai passar. Não demora muito até que o pai de Jack também comece a ver coisas estranhas. Uma aparição que surge onde quer que ele olhe. Sua esposa passa a ouvir sons que vêm do oceano e parecem forçar a entrada de sua casa. Enquanto as pessoas ao redor de Jack são assombradas pelo que acham que estão vendo, os monstros que Jack desenha em seu caderno começam a se tornar reais e podem estar relacionados a grandes tragédias que ocorreram na região. Padres são chamados, histórias são contadas, janelas batem. E os monstros parecem se aproximar cada vez mais. Na superfície, O MENINO QUE DESENHAVA MONSTROS é uma história sobre pais fazendo o melhor para criar um filho com certo grau de autismo, mas é também uma história sobre fantasmas, monstros, mistérios e um passado ainda mais assustador. O romance de Keith Donohue é um thriller psicológico que mistura fantasia e realidade para surpreender o leitor do início ao fim ao evocar o clima das histórias de terror japonesas. Um livro para fazer você fechar as cortinas e conferir se não há nada embaixo da cama antes de dormir. A história ganhará uma adaptação para os cinemas, dirigida por ninguém menos que James Wan, o diretor de Jogos Mortais e Invocação do Mal.
 

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São poucos os livros de terror que conseguem captar tão bem a essência humana escondida: cruel, fria, aturdida; ainda mais, quando tal essência é reconhecível e manifestada numa criança. "O Menino que Desenhava Monstros" mostra uma realidade paralela, vivida por Jack Peter: um personagem frio, com sentimentos reclusos e muitas vezes demonstrados em surtos de rejeição ao toque humano, e em como seus pais lidam com sua condição especial e sua "agorafobia". O livro consegue mesclar todas as partes da essência humana: o medo, a tentação, a raiva, a inveja, a desgraça, a tristeza. Um enredo inicialmente cansativo e com um desenvolvimento lento, mas, ainda assim, capaz de prender o leitor do começo ao fim e massacrar com um final inesperado.  

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Sobre o autor (2017)

Keith Donohue é o autor do best-seller The Stolen Child, além de The Angels of Destruction e Centuries of June. Seus livros já foram traduzidos para mais de doze idiomas. O Menino que Desenhava Monstros chamou tanto a atenção do público que rapidamente teve seus direitos vendidos para o cinema. O autor, que tem Ph.D. em Inglês pela Catholic University of America, vive em Maryland.

Informações bibliográficas