O Soldado E O Estado

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Bibliex Cooperativa - 547 páginas
Eis um livro abrangente que desafia a maioria das idéias predominantes e das hipóteses em voga a respeito do papel do militar na sociedade. Salientando o valor da situação militar dos EUA hoje, Huntington cumpriu a particular missão de desenvolver uma teoria geral das relações entre civis e militares, mediante rigorosa análise histórica. A teoria de Huntington, em essência, considera os quadros de oficiais um grupo profissional similar ao clero e aos advogados, que julga ter responsabilidade para com a sociedade em geral e possui um senso corporativo fechado. Tais características lhe asseguram papel e visão distintos que geram o moderno problema das relações civis-militares. O propósito dos autor é corrigir o que denomina 'impressões errôneas populares' sobre a natureza da mentalidade do militar profissional e o significado do controle civil. Explora as perspectivas histórica e teórica do relacionamento civil-militar no mundo atual. Aponta os valores liberais e a Constituição conservadora como dois fatores constantes no curso variável das relações entre civis e militares nos Estados Unidos e interpreta nestes termos a história da profissão das armas na terra do Tio Sam. Ao mostrar a mudança radical ocorrida tanto na atitude como nas funções do militar em conseqüência da Segunda Guerra Mundial, do conflito coreano e da Guerra Fria, discute o papel político da Junta dos Chefes do Estado-Maior, a diferença nas relações civis-militares entre as administrações Truman e Elsenhower, a crescente importância do papel do Congresso e a organização e funcionamento do Ministério da Defesa.

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O SOLDADO E O ESTADO
SAMUEL P. HUNTINGTON - 547 páginas
Eis um livro abrangente que desafia a maioria das idéias predominantes e das hipóteses em voga a respeito do papel do militar na sociedade
. Salientando o valor da situação militar dos EUA hoje, Huntington cumpriu a particular missão de desenvolver uma teoria geral das relações entre civis e militares, mediante rigorosa análise histórica. A teoria de Huntington, em essência, considera os quadros de oficiais um grupo profissional similar ao clero e aos advogados, que julga ter responsabilidade para com a sociedade em geral e possui um senso corporativo fechado. Tais características lhe asseguram papel e visão distintos que geram o moderno problema das relações civis-militares. O propósito dos autor é corrigir o que denomina 'impressões errôneas populares' sobre a natureza da mentalidade do militar profissional e o significado do controle civil. Explora as perspectivas histórica e teórica do relacionamento civil-militar no mundo atual. Aponta os valores liberais e a Constituição conservadora como dois fatores constantes no curso variável das relações entre civis e militares nos Estados Unidos e interpreta nestes termos a história da profissão das armas na terra do Tio Sam. Ao mostrar a mudança radical ocorrida tanto na atitude como nas funções do militar em conseqüência da Segunda Guerra Mundial, do conflito coreano e da Guerra Fria, discute o papel político da Junta dos Chefes do Estado-Maior, a diferença nas relações civis-militares entre as administrações Truman e Elsenhower, a crescente importância do papel do Congresso e a organização e funcionamento do Ministério da Defesa.
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