Navegando através dos séculos, romance dos Guterres: Um dos troncos seculares do Rio Grande do SulConsultor Editorial, 3 de dez. de 2020 - 300 páginas O livro trata de história, mas não se limita a relatar acontecimentos, vai além, na tentativa de entender as razões dos antepassados abandonarem o lugar onde nasceram e de se estabelecerem em terras distantes e primitivas, conforme a autora. O projeto do livro surgiu há quatro anos, quando Marlene Danesi tomou contato com a pesquisa histórica sobre as origens dos ancestrais, remontando há mais de dez gerações, antes do século XVII, trabalho de pesquisa do cunhado Paulo Flores Pinto, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul. Neste romance com base em dados históricos, os capítulos não obedeçam à ordem cronológica, muito menos o mesmo estilo literário. Enquanto Marlene centra sua narrativa no aspecto histórico, ainda que romanceado, os relatos de Floriana se apresentam ao leitor revestidos de realismo mágico. A viagem no tempo – e na história familiar – remonta Domingos de Brito Peixoto, bandeirante paulista, filho e neto dos povoadores de São Vicente, que em 1684 empreende com a esposa Ana de Guerra Prado e os dois filhos o povoamento do sul do país. Com o posterior falecimento do pai e do irmão mais velho, o filho Francisco leva adiante o projeto, sendo responsável pela fundação de Laguna. Fruto da união com Severina, uma índia carijó, gerou Maria de Brito Peixoto. Essa mestiça casa-se com Agostino Guterres, natural do Reino de Valência. O casal é que partirá na aventura de desbravar o Continente de São Pedro, ajudando a desenhar as fronteiras e limites do que hoje conhecemos por Rio Grande do Sul. |
Conteúdo
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