Futuros imaginários - Das máquinas pensantes à aldeia global

Capa
Editora Peirópolis LTDA, 1 de jan. de 2009 - 448 páginas
Futuros imaginários - Das máquinas pensantes à aldeia global é a tradução em língua portuguesa da obra Imaginary Futures, de Richard Barbrook. Nela, o autor reflete sobre o desenvolvimento tecnológico levando em consideração suas motivações políticas e objetivos econômicos, como também a sua repercussão social, e conectando informações dos campos da ciência, tecnologia, economia, política, história e comunicação de massa. Barbrook desafia as novas gerações a apropriarem-se do poder da Internet, a resistirem à política do status quo e a utilizarem a ferramenta de comunicação mais poderosa do momento para dar forma ao seu próprio destino. Sua mensagem: se nós não queremos que o futuro seja o que ele costumava ser, precisamos inventar o nosso próprio futuro, verdadeiramente revolucionário. O livro foi traduzido de forma compartilhada pelo grupo A Classe do Novo, formado por Adriana Veloso, Alexandre Freire, Elisa Tkatschuk, Giuliano Djahjah Bonorandi, Guilherme Soares, Letícia Canelas, Lúcio de Araújo, Paulo José Lara, Ricardo Ruiz, Rose Marie Santini, Sálvio Nienkötter, Simone Bittencourt, Tatiana Wells, Thiago Novaes e Wanderllyne Selva, profissionais da Oscip Descentro, entidade para a qual Barbrook cedeu os direitos autorais, e que os administra seguindo os princípios do software livre.

De dentro do livro

Conteúdo

Seção 13
Seção 14
Seção 15
Seção 16
Seção 17
Seção 18
Seção 19
Seção 20

Seção 21
Seção 22
Direitos autorais

Sobre o autor (2009)

Doutor em Ciências Políticas, o inglês Richard Barbrook é professor de Hipermídia da Faculdade de Ciências Sociais, Humanidades e Letras da Universidade de Westminster. Nascido em 1959, Barbrook vivenciou o movimento punk e militou pela liberdade da radiodifusão em Londres, vindo a contribuir para a criação do espectro multilíngüe da rádio londrina. Até meados da década de 90, já como pesquisador da Universidade de Westminster, trabalhou com a regulamentação dos meios de comunicação na Comunidade Européia. Em 1995, assumiu a coordenação do Centro de Pesquisa em Hipermídia da mesma universidade, tornando-se o primeiro diretor do mestrado na área. Barbrook é autor de influentes ensaios sobre o confronto entre comércio e cooperação dentro da Internet, incluindo "A economia da dádiva da alta tecnologia", "Cibercomunismo", "A regulação da liberdade", "A classe do novo" e, com Andy Cameron, "A ideologia californiana", crítica pioneira à nova esquerda estadunidense e uma de suas expressões, a revista Wired. Publicado em 2007, "Futuros imaginários ? Das máquinas pensantes à aldeia global" venceu a edição 2008 do Prêmio Marshall McLuhan oferecido pela Media Ecology Association, sendo considerado o Livro do Ano no campo da Ecologia da Mídia. Além da atividade acadêmica, Barbrook atua junto à comunidade do Cybersalon e é membro-fundador do ClassWargames.

Informações bibliográficas