Educação e letramento

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UNESP, 2004 - 133 páginas
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Ao cidadão do Brasil atual, talvez pareça natural a idéia de que o Estado tem o dever de propiciar a todos os indivíduos, por meio da educação, o acesso à leitura e à escrita, como uma das principais formas de inclusão social, cultural e política e de construção da democracia. Tal concepção, no entanto, é produto de um longo processo histórico, permeado por intensas lutas políticas e ideológicas, e ainda muito mal resolvido, como deixa claro o fato de o país possuir, nos dias atuais, cerca de vinte milhões de analfabetos. Este livro concentra-se na análise desses problemas, acompanhando o percurso que vai da utilização, já há bem mais de um século, de conceitos como alfabetização e analfabeto, até sua gradativa substituição, nas últimas décadas, por expressões e noções como letramento e iletrado. A análise arguta e minunciosa dessa trajetória evidencia o esgotamento de determinadas possibilidades teóricas e práticas no campo educacional e evoca meios para sua superação e o resgate da dívida histórica com os excluídos da participação social, cultural e política do Brasil.

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Assunto apresentado na aula de especialização na UTFPR Campus Londrina em 05/04/2014 pela professora Claudia. Nesta aula foi considerada as principais diferenças relacionadas com o processo de alfabetização e de letramento, ficando esclarecido que este é mais abrangente que aquele.
No letramento pode está contida a alfabetização, mas na alfabetização não necessariamente estará presente o letramento. Letramento e extensivo das praticas de relação das pessoas com outras e destas com o mundo durante o acontecer da vida e na construção dos meios fundamentais para a continuação da sociedade logo das pessoas e das relações entre o ser e o mundo físico que o abriga.
 

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