Ceará: (homens e fatos)

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Edições Demócrito Rocha, 2001 - 559 páginas
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O Cel Chicute Pinheiro, realmente era imão de Neutel Pinheiro Bastos de Itapaje, no entanto, o mesmo casou, viveu e morreu na localidade de Santa Cruz, distrito
daquele município. Os restos mortais de Chicute e sua Esposa repousam no patamar da Igreja de Santa cruz. Chicute teve muitos filhos, dentre eles o meu avô Francisco Pinheiro Bastos vulgo Santo Bastos, Júlio Pinheiro Bastos(foi prefeito de Itapajé nos anos 50), Luis Pinheiro Bastos e muitos outros.
Santo Barroso Bastos
Bisneto de Chicute e neto de Santo Bastos.
 

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Neste livro, "Ceará, Homens e Factos" de João Brígido, encontrei o político Neutel Bastos, ou Francisco Neutel Pinheiro Bastos, Intendente de Itapajé, barbaramente assassinado (24 de janeiro de 1899) em local contíguo e no caminho de sua fazenda "Conceição" próxima ao distrito de Santa Cruz, em Itapajé-CE. Cruel emboscada, possivelmente a mando do Governador Accioly e com o envolvimento e participação de seus primos legítimos Ismael Teixeira Bastos e João Paulino de Queiroz Bastos. Como era costume nos assassinatos políticos a mando do sanguinário Accioly na época, que chegou até a mandar atirar em crianças anos depois, próximo a sua deposição, os filhos e descendentes de Neutel, absurdamente, tiveram que emigrar para outros Estados da Federação. Seu filho, Orlando de Meneses Pinheiro Bastos, o único que permanecera, também foi barbaramente assassinado pelo próprio padrinho de batismo, o Coronel Liberato Barroso, que usou de extrema covardia para matá-lo. Tinha apenas 23 anos e uma vida inteira pela frente. Pela fúria do Accioly e pela perserguição à seus familiares que foi desencadeada após seu bárbaro assassinato, é um dos únicos irmãos do Coronel Francisco Pinheiro Bastos, o Chicute, que não deixaram efetivos descendentes do Ceará. Tiveram de fugir para não morrer. Seu filho que ficou, como vimos logo acima, teve o mesmo destino. Joaquim Neutel Pinheiro Bastos, seu outro filho que fora residir no Rio de Janeiro, fora efetivamente convidado, pela sua honradez e seriedade, pelo presidente de Minas Geraes, Nereu Ramos, a participar de um movimento para depor o ditador Getúlio Vargas que não queria constitucionalizar o País. Em homenagem levada a cabo pelos descendentes do Intendente Neutel Pinheiro Bastos que emigraram, no Rio de Janeiro, o nome "Neutel", que é um Santo da Igreja Católica, virou sobrenome: a valorosa e determinada família "Neutel Bastos". 

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140
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156
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173
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