As conseqüências da modernidade

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UNESP, 1990 - 177 páginas
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Neste trabalho de características teóricas rigorosas e inovadoras, o autor oferece uma nova e provocativa interpretação das transformações sociais associadas à modernidade e argumenta que ainda não vivemos em um mundo pós-moderno.

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Tive muita dificuldade em entender o texto. Houve porções do texto que precisei buscar auxílios em dicionários e em textos complementários, pois, o autor utiliza de uma linguagem extremamente técnica. Talvez a pouca familiaridade com alguns temas discutidos no texto, coopera para a difícil compreensão do mesmo. Porém fica claro a idéia principal que o autor procura demonstrar no desenvolvimento do texto.
Analisando toda a conjuntura do mundo que vivemos hoje, desenvolvendo conceitos sobre tempo e espaço, mecanismos de desencaixe, trazendo análises explicativas sobre segurança, perigo, confiança e risco, e com um olhar acurado sobre a sociedade contemporânea, o autor afirma que ainda não vivemos em um mundo pós-moderno como acreditam muitos, e que, todos os aspectos da vida social do século XX –XXI demonstra uma falsa sensação de pós-modernidade, mas que na realidade nós vivemos um período de alta-modernidade, o que o autor chama de “radicalização da modernidade” que é presenciado através de modos de vida e formas de organização social, que divergem das que foram criadas pelas instituições modernas.
Depois da segunda leitura pude compreender e apreciar profundamente o conteúdo do texto. Um texto que aguça e provoca a ansiedade de aprofundar e aplicar os conceitos nele contidos.
Arislândio P. Silva
 

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