Alta fidelidade

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Companhia das Letras, 19 de jul de 2013 - 312 páginas
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Rob é um sujeito perdido. Aos 35 anos, o rompimento com a namorada o leva a repensar todas as esferas da vida: relacionamento amoroso, profissão, amizades. Sua loja de discos está à beira da falência, seus únicos amigos são dois fanáticos por música que fogem de qualquer conversa adulta e, quanto ao amor, bem, Rob está no fundo do poço. Para encarar as dificuldades, ele vai se deixar guiar pelas músicas que deram sentido a sua vida e descobrir que a estagnação não o tornou um homem sem ambições. Seu interesse pela cultura pop é real, sua loja ainda é o trabalho dos sonhos e Laura talvez seja a única ex-namorada pela qual vale a pena lutar. Um romance sobre música e relacionamento, sobre as muitas caras que o sucesso pode ter e sobre o que é, afinal, viver nos anos 1990. Com rajadas de humor sardônico e escrita leve, a juventude marinada em cultura pop ganhou aqui seu espaço na literatura. Ou, como escreveu Zadie Smith, "Hornby levou o romance inglês de volta a suas raízes perdidas. Nos ajudou a lembrar que nem todos os livros precisam falar dos quinhentos anos de história pós-colonial, [...] podem falar da alma de um homem, sua casa e como ele vive nela, das ruas por onde anda e das pessoas que ama". Este é um retrato do homem contemporâneo sem ruídos, um retrato em alta fidelidade.

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Sobre o autor (2013)

Nasceu em 1957, em Redhill, Inglaterra. Formado na Universidade de Cambridge, publicou uma dezena de livros, entre os quais Febre de bola, Alta fidelidade, Um grande garoto e Uma longa queda, que ganharam versões cinematográficas. Foi também roteirista dos filmes Educação, indicado ao Oscar, e Livre, estrelado por Reese Witherspoon. Em 1997 fundou, com outros pais, um centro de excelência no tratamento de crianças autistas na Inglaterra, a TreeHouse.

Informações bibliográficas